"Deus ande em tua frente para te conduzir, atrás de ti para te proteger e ao teu lado para te acompanhar!"


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Paróquia Ressurreição do Senhor

domingo, 29 de novembro de 2015

Advento – Viver a Espera

A palavra “advento” tem origem latina e significa “chegada”, “aproximação”, “vinda”. No Ano Litúrgico, o Advento é um tempo de preparação para a segunda maior festa cristã: o Natal do Senhor.  
Neste tempo, celebramos duas verdades de nossa fé: a primeira vinda (o nascimento de Jesus em Belém) e a segunda vinda de Jesus (a Parusia). Assim, a Igreja comemora a vinda do Filho de Deus entre os homens (aspecto histórico) e vive a alegre expectativa da segunda vinda d’Ele, em poder e glória, em dia e hora desconhecidos (aspecto escatológico). 

Toda espera exige preparação: enxoval, arrumar a casa, enfim, uma dedicação especial ao que acontecerá. O Tempo de Advento é assim, mas o preparo se dá no coração, nas atitudes, nas escolhas. A casa a ser preparada, muito mais que com arranjos e enfeites, é a casa do espírito, exigindo que nos deparemos com nosso interior e ali arrumemos um belo berço para o Menino Jesus nascer. 

Como mãe, a Igreja que ama seus filhos, recomenda a busca do Sacramento da Confissão para tornar mais leve este tempo e a frequência à Santa Missa, que é a culminância deste preparo de espera, pois Jesus, Alimento Eterno, fortalece e ampara-nos neste caminho. 

Adaptação do texto de Denise M. Peixer Safanelli - Fundadora da Comunidade Bom Pastor.

sábado, 28 de novembro de 2015

Dízimo, uma atitude constante de Ação de Graças

Dízimo é um gesto contínuo de ação de graças por tudo que recebemos generosamente das mãos de Deus todos os dias de nossa vida, aqui e na eternidade. A gratidão a Deus é algo que nos leva de encontro ao Pai através de Jesus, nosso Senhor, porque tornamo-nos oferendas agradáveis a Ele, através do nosso bom testemunho de vida e de fé, comprometidos com a Igreja, a família e o próximo, principalmente os mais necessitados, na iniciativa de praticarmos a caridade de discípulos fiéis a Jesus. 

Agradeçamos a Deus todos os dias pelo dom da vida e por tudo que somos e temos e, vivamos numa permanente ação de graças em reconhecimento pelo Seu senhorio em nossa vida, pois a Ele tudo pertence, a começar pelo nosso coração transformado pelo Seu amor generoso e sem limites. 

O dízimo consciente e espontâneo é uma das atitudes de ação de graças a Deus, por isso faça esta experiência tornando um dizimista compromissado com a sua Igreja, que é de Cristo. 

Contatos através dos agentes da Pastoral do Dízimo nas missas e na secretaria da matriz: (71) 3235-5614.

domingo, 22 de novembro de 2015

Concurso de Presépios da Arquidiocese de Salvador - Participe!


Mensagem do Papa - Solenidade de Cristo, Rei do Universo

A solenidade de Cristo, Rei do Universo, coroa o ano litúrgico, marcando o seu encerramento. O Apóstolo Paulo, dá-nos uma visão muito profunda da centralidade de Jesus. Apresenta-O como o Primogénito de toda a criação: n’Ele, por Ele e para Ele foram criadas todas as coisas. (Col1, 15-16). Esta imagem faz-nos compreender que a atitude que se requer do crente – se o quer ser de verdade - é reconhecer e aceitar na vida esta centralidade de Jesus Cristo, nos pensamentos, nas palavras e nas obras. Quando se perde este centro, substituindo-o por outra coisa qualquer, disso só derivam danos para o meio ambiente que nos rodeia e para o próprio homem. 

Cristo é o centro da história da humanidade e de cada homem. A Ele podemos referir as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias de que está tecida a nossa vida. Quando Jesus está no centro, até os momentos mais sombrios da nossa existência se iluminam: Ele dá-nos esperança, como fez com o bom ladrão –, aquele homem, que errou na vida arrepende-se, agarra-se a Jesus crucificado suplicando: “Lembra-Te de mim, quando entrares no teu Reino” (Lc 23, 42). E Jesus promete-lhe: “Hoje mesmo estarás comigo no Paraíso” (23, 43). 

Jesus pronuncia apenas a palavra do perdão, não a da condenação; e quando o homem encontra a coragem de pedir este perdão, o Senhor nunca deixa sem resposta um tal pedido. A promessa de Jesus ao bom ladrão dá-nos uma grande esperança: diz-nos que a graça de Deus é sempre mais abundante de quanto pedira a oração. O Senhor dá sempre mais do que se Lhe pede: pedes-Lhe que Se lembre de ti, e Ele leva-te para o seu Reino! Peçamos ao Senhor que Se lembre de nós, certos de que, pela sua misericórdia, poderemos partilhar a sua glória no Paraíso. Amém!” 

                            Papa Francisco

Cristo, Rei do Universo

O reinar de Jesus não pertence a este mundo, nem lhe é concedido por este mundo. É reinado de Deus, Deus é seu dono. Mas, embora não sendo deste mundo, este reino não está fora do mundo.
O último domingo do ano litúrgico (34º Domingo do Tempo Comum) celebra a solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo e o evangelista João nos coloca diante daquele que é o nosso rei para engajar-nos na luta contra as mentiras e enganos dos sistemas injustos e opressores, abrindo-nos o horizonte do reino da verdade e da vida.
Proclamamos que Ele, o Cordeiro imolado, é digno de receber o poder, a divindade, a sabedoria e a honra, porque se fez servo e entregou Sua vida até a morte de Cruz. Pelo batismo somos chamados a também reinar com Cristo pelo serviço, pelo perdão, pela reconciliação, enfrentando o desafio da cruz para que todos tenham dignidade e paz.
Em 2015, no dia de Cristo Rei, a Igreja no Brasil comemora o dia nacional dos cristãos leigos e leigas, aqueles que, pelo batismo, são vocacionados a construir outro mundo possível e necessário, baseado nos valores do reino de Cristo, não como uma comunidade política ou social, mas comunidade daqueles cujo reinado não é dominar o mundo, mas servir os homens trabalhando para apressar no mundo a vinda do Reino.
 www.diacsergioliturgia.com

sábado, 21 de novembro de 2015

21 de Novembro - Apresentação de Nossa Senhora

O episódio da apresentação no templo não é narrado nas Sagradas Escrituras, mas em evangelhos apócrifos, em particular no Proto-evangelho de são Tiago, que a Igreja não considera inspirado por Deus. 

No entanto, a celebração deste dia é antiga. Era celebrada já no século VI em Jerusalém, e a Igreja do Oriente, que acolheu e conservou zelosamente as tradicionais festas marianas, reserva à apresentação de Maria uma memória particular, como um dos mistérios da vida daquela que Deus escolheu para Mãe de seu Unigênito. 

A Igreja do Ocidente, ao manter essa festividade também com a reforma do calendário litúrgico, entendeu praticar um gesto “ecumênico”. Na Liturgia das Horas, lê-se: “Neste dia da solene consagração da igreja de Santa Maria Nova, construída junto ao templo de Jerusalém, celebramos com os cristãos do Oriente aquela consagração que Maria fez a Deus de si mesma desde a infância, movida pelo Espírito Santo, de cuja graça ficara plena na sua imaculada conceição”. 

Se bem que não se encontre na tradição hebraica a oferta de meninas ao templo (e menos ainda na tenra idade de três anos, como se lê nos aprócrifos, segundo os quais “Maria morou no templo do Senhor como uma pomba, recebendo o alimento das mãos de um anjo”), os cristãos celebram hoje aquele particular oferecimento de Maria a Deus, feito no segredo de sua alma, que a preparou para acolher o Filho de Deus. Esta menininha — diz são Germano de Constantinopla na homilia sobre a Apresentação — prepara o aposento para acolher a Deus, “mas não é o templo que a santifica e purifica, e sim a sua presença que purifica inteiramente o templo”.