"Deus ande em tua frente para te conduzir, atrás de ti para te proteger e ao teu lado para te acompanhar!"


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Paróquia Ressurreição do Senhor

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

VOCAÇÃO Á VIDA RELIGIOSA CONSAGRADA

Por Ir. Anajar Fernandes da Silva

A vida religiosa consagrada é chamado vocacional para vivência radical. O compromisso de entregar a vida ao Senhor da messe e Pastor do rebanho, leva à vivência alegre da pobreza, da obediência e da castidade, tendo diante dos olhos, Cristo, como aquele que viveu e, por isso, nos propõe esta forma de vida, e de Maria que se consagrou toda inteira ao seu Senhor. 

A fidelidade na vida religiosa consagrada é alimentada pela oração, pela vida de comunidade e pelo trabalho apostólico junto aos irmãos, sobretudo aos mais necessitados. É com muita alegria que procuro tornar atual o chamado que recebi e responder no dia a dia da realidade dentro da Sociedade das Filhas do Coração de Maria, buscando a partir da mãe Maria ser uma filha do seu coração. 

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Vocação do Matrimônio

O matrimônio expressa o amor de Deus por seu povo, que é a Igreja. Assim como Cristo se entregou em sacrifício por amor à Igreja e permanece eternamente fiel a ela, do mesmo modo os esposos se entregam um ao outro totalmente, imitando o amor de Cristo. É um grande bem receber o sacramento do matrimônio no caso dos batizados, porque é o único modo de santificar o amor humano entre o homem e a mulher. 

O senhor infunde sua graça nos corações dos esposos para que cumpram os deveres próprios de seu estado: a fidelidade às suas promessas, a procriação, e educação dos seus filhos, o sustento mútuo em meio às alegrias e dificuldades da sua vida. 

O matrimônio entre os batizados é um dos sete sacramentos que Jesus Cristo instituiu. Isto quer dizer que é um caminho de santidade: Deus chama aos esposos a que ganhem o Céu santificando-se em seu matrimônio e na sua vida familiar. Saber que o matrimônio é uma vocação divina nos ajuda a defendê-lo e a valorizá-lo adequadamente respondendo com generosidade à vontade de Deus.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Minha vocação é servir ao Senhor Jesus

Dentro da comunidade que é a Igreja, leigos são homens e mulheres que procuram infundir em todas as realidades temporais o espírito evangélico, a fim de que elas se orientem por Cristo para Deus. 

Segundo a missionária leiga Janice Morelli, “os desafios do mundo moderno exigem cada vez mais cristãos com boa formação, aptos para o diálogo e para o testemunho de fé numa sociedade que se apresenta em muitos casos indiferente aos ensinamentos de Jesus”. 

A coerência entre fé e vida será a maior e mais convincente forma de evangelização. A vocação de leigo é também vocação ao apostolado, onde cada um é chamado a colaborar na construção de um mundo onde haja mais amor, justiça e paz.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Eu sou padre, sou feliz!

A felicidade de uma pessoa consiste numa série de fatores que dependem em parte da própria pessoa e, também, de fatores outros que incluem o “fazer o que ama e amar o que faz”. Certamente, a felicidade não é algo que se encontra em qualquer esquina e nem é algo que alguém possa “fazer” em seu lugar! Muitos de nós dizemos: “Faça o que eu faço e serás feliz”! “Junte-se a nós e serás feliz”! “Olhe como sou feliz”! Com o tempo e a experiência, descobrimos que essas pessoas que assim pensam e agem, confundem a felicidade com “momentos de êxtase”.
A felicidade que busco e procuro não a concebo como entusiasmo, êxtase, ou algo momentâneo e passageiro. Ao contrário, imagino a felicidade como uma chave pessoal, onde cada qual deve encontrar a sua, individual e irrepetível.
Após cinco anos da minha Ordenação Sacerdotal, gostaria de oferecer a cada pessoa que sofre essa chave, entretanto só posso apontar caminhos! Acredito não existir receita pronta para a felicidade, nem vida só de alegrias, sem dores e sofrimentos. Mas o fato de existir cruzes não significa que o caminho seja triste. Fiz uma escolha livre, madura, e através desta, encontro realização até mesmo em meio às desventuras e desilusões. Considero-me feliz!

Pe. Aloísio Mota, CSsR.

domingo, 18 de agosto de 2013

É preciso perder o medo de errar

O humilde não tem medo de errar 

Dom Rafael Llano Cifuentes 
(Arcebispo Emérito de Nova Friburgo -RJ)

Quem se reconhece e se aceita, quem é humilde, não tem medo de errar. Por quê? Porque se, depois de ponderar, prudentemente, a sua decisão, ainda cometer um erro, isso não o surpreenderá, pois sabe que é próprio da sua condição limitada. São Francisco de Sales dizia de uma forma muito expressiva: “Por que se surpreender que a miséria seja miserável?”. 

Lembro-me ainda daquele dia em que subia a encosta em Perdizes, lá em São Paulo, para dar a minha primeira aula na Faculdade Paulista de Direito, da PUC (Pontifícia Universidade Católica). Ia virando e revirando as matérias, repetindo conceitos e ideias. Estava nervoso; não sabia que impressão as minhas palavras causariam naqueles alunos de rosto desconhecido. E se me fizessem alguma pergunta a qual eu não saberia responder? E se, no meio da exposição, eu esquecesse a sequência de ideias? 

Entrei na sala de aula, tenso, com um sorriso artificial. Comecei a falar. Estava excessivamente pendente do que dizia, nem olhava para a cara dos alunos. Falei quarenta e cinco minutos seguidos sem interrupção, sem consultar uma nota sequer. 

Percebi, porém, um certo distanciamento da “turma”, um certo respeito. Um rapaz, muito comunicativo e inteligente, talvez para superar a distância criada entre o grupo e o professor, aproximou-se e me cumprimentou: “Parabéns, professor. Que memória! Não consultou, em nenhum momento, os seus apontamentos. Foi muito interessante!" Respirei, mas, desconfiado, quis saber: "Você entendeu o que eu disse?" Admirou-se com a minha pergunta; não a esperava. Sorrindo, encabulado, confessou-me: "Entendi muito pouco, e, pelo que pude observar, a 'turma' entendeu menos ainda". 

A lição estava clara: "Dei a aula para mim e não para eles. Dei a aula para demonstrar que estava capacitado, mas não para ensinar”. Faltara descontração, didática, empatia; não fizera nenhuma pausa, nenhuma pergunta. Fora tudo academicamente perfeito, como um belo cadáver. Fora um fracasso. 

Lembro-me também que, quando descia aquela encosta, fiz o propósito de tentar ser mais humilde, de preparar um esquema mais simples, de perder o medo de errar, esse medo que me deixara tão tenso e tão cansado; de pensar mais nos meus alunos e menos na imagem que eles pudessem fazer de mim. E se me fizessem uma pergunta a qual não soubesse responder, o que diria? Pois bem, diria a verdade, que precisava estudar a questão com mais calma e, na próxima aula, lhes responderia. Tão simples assim. 

Que tranquilidade a minha ao subir a encosta no dia seguinte! E que agradecimento dos alunos ao verem a minha atitude mais solta, mais desinibida, mais simpática! Uma lição que tive de reaprender muitas vezes ao longo da minha vida de professor e de sacerdote: a simplicidade, a transparência e a espontaneidade são o melhor remédio para a tensão e a timidez e o recurso mais eficaz para que as nossas palavras e os nossos desejos de fazer o bem tenham eco. 

Não olhemos as pupilas alheias como se elas fossem um espelho, no qual se reflete a nossa própria imagem; não estejamos pendentes da resposta que esse espelho possa dar às perguntas que a nossa vaidade formula continuamente: "O que é que você pensa de mim? Gostou da colocação que fiz?" Tudo isso é raquítico, decadente, cheira ao mofo do próprio "eu", imobiliza e retrai, inibe e tranca a espontaneidade. Percamos o medo de errar e erraremos menos. 


Por que tamanha importância dada ao tema vocação?

No mês de Agosto, nós católicos, comemoramos as vocações! E damos a este tema muita importância, pois o Sacramento do batismo desenvolve no coração do homem e da mulher semente de diferentes vocações.

Cabe a cada batizado ouvir o apelo que Deus faz, para assim, melhor responder com alegria ao chamado de Deus, quer na vida matrimonial, leiga, religiosa ou missionária. Muitos são os carismas da Igreja, existem muitas tarefas, muitos chamados, você deve ver primeiro aquilo que mais se enquadra à sua personalidade, pois há muitos ministérios para leigos engajados, que não são padres ou freiras, mas que muito ajudam as pessoas. Vocação é o início de tudo! 

As três peneiras

Um homem, procurou um sábio, conhecido como Sócrates, e disse-lhe: 

- Preciso contar-lhe algo sobre alguém! Você não imagina o que me contaram a respeito de... Nem chegou a terminar a frase, quando Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou: 
- Espere um pouco. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras? 
- Peneiras? Que peneiras? 
- Sim, três peneiras!
A primeira é a da verdade. Você tem certeza de que o que vai me contar é absolutamente verdadeiro? 
- Não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram! 
- Então suas palavras já vazaram a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira: a bondade. O que vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito? 
- Não! Absolutamente, não! 
- Então suas palavras vazaram, também, a segunda peneira. Vamos agora para a terceira peneira: a necessidade. Você acha mesmo necessário contar-me esse fato, ou mesmo passá-lo adiante? Resolve alguma coisa? Ajuda alguém? Melhora alguma coisa? 
- Não... Passando pelo crivo das três peneiras, compreendi que nada me resta do que iria contar. 

E o sábio sorrindo concluiu: 
- Se passar pelas três peneiras, conte! Tanto eu, quanto você e os outros iremos nos beneficiar. Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos. 

Devemos ser sempre a estação terminal de qualquer comentário infeliz! Da próxima vez que ouvir algo, antes de ceder ao impulso de passá-lo adiante, submeta-o ao crivo das três peneiras porque: 

Pessoas sábias falam sobre idéias; Pessoas comuns falam sobre coisas; Pessoas medíocres falam sobre pessoas.

sábado, 17 de agosto de 2013

Papa Francisco envia mensagem aos participantes da Semana da Família

Confira a benção apostólica que o Papa Francisco enviou para os fiéis, comunidades e paróquias que celebraram até hoje ( 17 de agosto), a Semana da Família. Este ano o tema foi “Transmissão e Educação da Fé Cristã na Família”: 

"Queridas famílias brasileiras, Guardando vivas no coração as alegrias que me foram proporcionadas durante a recente visita ao Brasil, me sinto feliz em saudá-las por ocasião da Semana Nacional da Família, cujo tema é “A transmissão e a educação da fé cristã na família”, encorajando os pais nessa nobre e exigente missão que possuem de ser os primeiros colaboradores de Deus na orientação fundamental da existência e a segurança de um bom futuro. Para isso, “é importante que os pais cultivem as práticas comuns de fé na família, que acompanhem o amadurecimento de fé dos filhos” (Carta Enc. Lúmem Fidei, 53). Neste sentido, os pais são chamados a transmitir, tanto por palavras como, sobretudo pelas obras, as verdades fundamentais sobre a vida e o amor humano, que recebem uma nova luz da Revelação de Deus. De modo particular, diante da cultura do descartável, que relativiza o valor da vida humana, os pais são chamados a transmitir aos seus filhos a consciência de que esta deva sempre ser defendida, já desde o ventre materno, reconhecendo ali um dom de Deus e garantia do futuro da humanidade, mas também na atenção aos mais velhos, especialmente aos avós, que são a memória viva de um povo e transmissores da sabedoria da vida. Fazendo votos de que vocês, queridas famílias brasileiras, sejam os mais convincentes arautos da beleza do amor sustentado e alimentado pela fé e como penhor de graças do Alto, pela intercessão de Nossa Senhora Aparecida, a todos concedo a Bênção Apostólica."

Os três pedintes

Era uma vez, três homens muito pobres que sempre iam pedir pão numa padaria. 

Um dia, o dono da padaria resolveu fazer um teste com eles. Preparou três potes bem cheios. Um continha pães, o outro farinha de trigo e o terceiro sementes de trigo. Quando os três chegaram, ele foi lá dentro buscá-los e os colocou na frente dos pedintes. Explicou o que eles continham e pediu que escolhessem. 

O primeiro pegou logo o pote de pães, disse obrigado e foi-se embora. 
O segundo pegou o pote de farinha, agradeceu e foi também. 
O terceiro não teve escolha: ficou com o pote das sementes. 

O padeiro perguntou se ele estava triste por isso. Com um largo sorriso, respondeu: - De modo nenhum! Agradeço ao senhor e a Deus, pois vou plantar estas sementes e terei pães em casa por muito tempo! 

Saiu feliz da vida com as sementes. Este, com certeza, foi o único que não voltou mais à padaria para pedir pão.

(Autor desconhecido)

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Vai começar o 4º Encontro de Solteiros, Separados e Viúvos com o Cristo!

A Paróquia de Ondina realizará mais um Encontro de Solteiros, Separados e Viúvos com Cristo - ESSVC. 

O evento será realizado nos dias 24 e 25 de agosto. Questões próprias de quem não está vivendo um relacionamento amoroso no momento serão tratadas sob a luz do Evangelho, gerando alegria e serenidade para os participantes, que a cada ano comparecem em maior número. Você pode fazer sua inscrição, no horário comercial, na secretaria da paróquia ou com os organizadores do evento no final de cada missa. 

Maiores informações: 3235-5614 (Secretaria da Paróquia de Ondina).
ESSVC realizado em 2011

16 de Agosto - Dia de São Roque

Roque nasceu na cidade de Montpellier, França,em 1295. Apesar de ter nascido numa família rica,após seus pais falecerem, passou a viver como peregrino andante, percorrendo toda França com destino a Roma. Mas antes disso Roque deparou com regiões infestadas pela chamada peste negra, que devastou quase todas as populações da Europa no final do século XIII e início do XIV. Roque então se dedicou a cuidar dessas pessoas, pois enxergava nessas pobres criaturas o verdadeiro rosto de Cristo.Iluminado pelo Santo Espírito, em pouco tempo adquiriu o dom da cura, fazendo inúmeros prodígios. Mas de tanto cuidar dos doentes, descuidou-se de si próprio. 

Certo dia, percebeu uma ferida na perna e viu que fora contaminado pela peste. Assim, decidiu refugiar-se, sozinho, em um bosque, onde foi amparado por Deus. Ali, ele foi encontrado por um cão, que passou a levar-lhe algum alimento todos os dias, até que seu dono, curioso, um dia o seguiu. Comovido, constatou que era seu cão que socorria o pobre doente. O homem, que não reconheceu em Roque o peregrino milagreiro, a partir daquele momento, cuidou da sua recuperação. 

Restabelecido, voltou para Montpellier, que, na ocasião, estava em guerra. Confundido como espião, foi preso e levado para o cárcere, onde sofreu calado durante cinco anos. No cárcere, continuou praticando a caridade e pregando a palavra de Cristo, convertendo muitos prisioneiros e aliviando suas aflições, até morrer

São Roque 
Diz a tradição que, quando o carcereiro, manco de nascença, tocou com o pé o seu corpo, para constatar 16 de agosto de 1327, na prisão de seu país de origem. 
se realmente estava morto, ficou imediatamente curado e começou a andar normalmente. Esse teria sido o primeiro milagre de Roque, após seu falecimento, ocorrido em

O seu culto foi reconhecido em 1584 pelo papa Gregório XIII, que manteve a sua festa no dia de sua morte. Hoje, as relíquias de são Roque são veneradas na belíssima basílica dedicada a ele em Veneza, Itália, sendo considerado o santo Protetor contra as Pestes e protetor dos cães.

Depoimento de uma jovem de nossa Paróquia sobre a experiência na JMJ

Rebecca Meireles, membro da Pastoral da juventude e do grupo Redescoberta emocionou muita gente após ler este depoimento, sobre a sua experiência na Jornada Mundial da Juventude, na missa das 19 hs no dia 05 de Agosto. Para quem ainda não viu, aí está: 

"Irmãos e irmãs, Boa noite! Há duas semanas atrás, pedíamos, aqui nesse altar, a benção de Deus para nossa viagem até o Rio de Janeiro. “Eis-me aqui Senhor, envia-nos!” E Jesus nos enviou para uma linda missão. A Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro foi chuva de graças. Sim! MUITA chuva. Nós, 14 jovens aqui da nossa Paróquia, do grupo de universitários Redescoberta, fomos recebidos no Rio de Janeiro por uma chuva e um frio nunca visto e sentido na cidade maravilhosa. Os casacos e as capas de chuva não davam conta... e até luvas e gorros tivemos que comprar. Era algo inexplicável como tanta chuva e frio não atrapalhavam a alegria e a emoção que vocês sentiram ao assistirem, tenho certeza, pela televisão e internet, e que nos sentimos e vivemos na pele. 

No primeiro dia fomos até o sambódromo buscar nossos kits peregrinos. Ali tivemos a primeira noção de que irmãos de TODO o mundo estavam em um só lugar. Na fila, os peregrinos argentinos da terra do papa, os animados chilenos, os carinhosos mexicanos, os sorridentes africanos, os diferentes indianos, e os mais felizes: os brasileiros. Era uma verdadeira festa! Louvor, música, fotos com as diferentes bandeiras, troca de cultura, “cambio” de presentes, e uma ÚNICA FÉ. Ali, nos demos conta de que somos uma igreja UNIVERSAL, de que nossa religião e a fé que professamos ultrapassam as barreiras de Ondina, da Bahia, do Brasil. Aquela multidão adorando e louvando um só Deus, gritando: “Essa é a juventude do papa”, em todas as línguas, foi a nossa MAIOR emoção. Realmente... não estamos sozinhos. 

Equipados, com a nossa mochila nas cores da nossa bandeira, nossos cartões alimentação e transporte, seguimos ate a Catedral Basílica de São Sebastião. Nas ruas, uma multidão de jovens erguendo alto suas bandeiras e com um sorriso largo no rosto. Um verdadeiro pentecoste jovem. Todas as nacionalidades se cumprimentavam, se abraçavam... e o meu coração batia cada vez mais forte. E a palavra da nossa jornada foi MISSÃO. Visitamos uma exposição que falava sobre ser missionário, e tudo o que ali vimos e escutamos nos tocou profundamente. Ao final, Jesus sacramentado e Nossa Senhora de Guadalupe e Aparecida nos aguardavam de braços abertos. Emoção sem igual. Certeza que Jesus veio até nós e nós fomos até Ele (sem saber). Naquele momento, tive a certeza de que naquela jornada estávamos CONFIANDO de olhos fechados em Jesus e que Ele tinha algo bem maior reservado para nós. Tivemos a certeza do nosso CHAMADO, de que não podemos mais ficar acomodados, parados, no nosso conforto... Ser missionário é ir muito além! 

E continuamos a nossa peregrinação. Ficávamos alegres ao ver irmãos do Iraque, China, Coreia, Japão, países em que o catolicismo é a minoria, países em que até o catolicismo é proibido. Era emocionante ver e presenciar a emoção de brasileiros evangélicos, espíritas, de todas as religiões perante aquele clima de jornada. Respeito imperava e creio que essa JMJ tocou e converteu muitos irmãos. 

À noite, a missa de acolhida em Copacabana. Estações de metrô paradas sem energia e ônibus lotados de peregrinos. Ficamos quase uma hora para conseguir um espaço para nós, 14, em uma lata de sardinha ambulante, que chamamos de ônibus. Pensam que foi sacrifício? Que nada! Fomos cantando até Copacabana. Ninguém triste nos ônibus, nada era empecilho e dificuldade. Peregrinos chegando à Copacabana andando, mais uma vez gritando: “Essa é a juventude do Papa”. Nessa noite, gotas de chuva e lágrimas se confundiam. Missa linda! Comungar naquele lugar era mais que especial. Jesus vivo ali, em meio aquela multidão de gente esquentava o frio. 

Nos dias seguintes, fomos para nossa Catequese. Pegávamos três bondes de metrô e mais um ônibus até chegar a Brás de Pina, na Paróquia de Santo Antonio de Quitungo, onde fomos extremamente bem recebidos por voluntários muito bem preparados. Tomávamos café, saboreando nosso delicioso kit de café da manha e íamos para as atividades. A catequese constava de música, louvor, uma explanação de um bispo, um testemunho e a missa diária. Tinha brasileiro de todo canto: Minas, Espírito Santo, Tocantins, mas os mais animados eram os baianos. No segundo dia de catequese tive a honra de ser convidada a testemunhar. Foi emocionante contar minha historia em plena JMJ e ouvir de tantos jovens que fui importante naquele momento para conversão de muitos peregrinos. 

Durante a catequese, diversos padres ficavam a disposição de confissão, e essa foi outra grande experiência do nosso grupo durante a jornada. Era forte o desejo em nossos corações de nos confessarmos ali, naquele momento, naquela jornada e mergulhamos de cabeça. Adorar Jesus Sacramentado a noite, na Feira Vocacional, em todas as línguas, foi outro fato marcante. Chovia muito e a bandeira do nosso grupo permanecia erguida. Fazia muito frio (11°C), e estávamos ali, de pé, pela graça e na graça. E logo após, recebi o presente de reencontrar os hermanos mexicanos que recebemos aqui em nossa paróquia durante a semana missionária. 

A noite seguinte foi o dia de acolhermos o Santo Padre, o Papa Francisco. Ver o seu sorriso de perto foi inesquecível. A sua singeleza, sua humildade e sua caridade transpassaram o papa móvel e as grades que nos separavam. Seu amor pela juventude era evidente nas suas bênçãos e nos beijos nas crianças. Suas palavras ecoam no meu coração até hoje: “Bote fé, bote esperança, bote Amor”, se tornou nosso lema. Papa Francisco nos deixou naquele dia a mensagem e o dever de sermos sal e azeite, de colocar sabor na vida do próximo. O papa naquele dia nos encorajou repetindo: “ Três palavras: Ide, sem medo, para servir.” E mais: “Bote Cristo em sua vida.” Ali renovei a minha fé, a minha certeza de que só Cristo me basta e rezei pela conversão de todos os jovens e de meus amigos que ainda não colocaram Cristo em suas vidas. “Bote Cristo em sua vida Bote Cristo≫ na sua vida, e você encontrara um amigo em quem sempre confiar; ≪bote Cristo≫, e você vera crescer as asas da esperança para percorrer com alegria o caminho do futuro; ≪bote Cristo≫ e a sua vida ficara cheia do seu amor, será uma vida fecunda.” 

E o Papa nos pegava sempre de surpresa (as melhores surpresas). Na manhã seguinte, foi até o bairro da Glória, rezar o Ângelus ao meio dia. E lá fomos nós: a juventude atrás do Papa! 

A via sacra nos marcou muito pelos depoimentos. Em cada estação uma história de vida, de fé, de Amor à Deus. E ali o Papa nos encorajou para seguirmos e carregarmos nossa cruz. “Pois bem, Jesus com a sua cruz atravessa os nossos caminhos para carregar os nossos medos, os nossos problemas, os nossos sofrimentos, mesmo os mais profundos” Ali, entreguei todos os meus medos, entreguei a vida dos meus familiares, meus amigos, e de vocês paroquianos. Se sintam abençoados pelo Papa. 

Aí veio a noticia de que a vigília não seria mais em Guaratiba, que o Campus Fidei estava inundado, com lama até o joelho e que tudo seria transferido para Copacabana. E lá fomos nós. Andamos 6 km do Aterro do Flamengo até a praia de Copacabana, carregando três quilos de alimentação recebida mais nossas imensas mochilas, saco de dormir pra acampar. E fomos cantando, rezando... no começo parecia que não íamos aguentar, mas pedíamos para que Deus preparasse nossos ombros e não que a mochila ficasse mais leve. Foi necessário viver a dor naquele momento. E posso dizer pra vocês, irmãos, aquela praia foi o verdadeiro campo da fé, como o papa mesmo disse em sua ultima homilia. Ali aconteceram conversões, ali pessoas foram tocadas, ali fé foi compartilhada, ali o mundo todo, unido, adorou a Jesus, ali, juntos rezamos o pai nosso... juntos, percebemos mais uma vez que somos NADA sem Ele e que temos TUDO com Ele. 

O dia amanheceu lindo. Céu azul, calor, sol! Não havia mais sinal de chuva, de frio... Como explicar? Não há como explicar meu irmão. Esse testemunho é só um relato do que aconteceu na JMJ. O que realmente nós sentimos ali é inexplicável. Tenho certeza, hoje, que toda aquela chuva foi necessária para lavar nossos pecados, purificar nossas almas, nos renovar,toda aquela chuva foi necessária para molhar a terra, fazer brotar a semente plantada. O dia lindo e aberto do domingo foi a certeza de que Deus nos fez obras novas, de que um mundo antes frio, marcado pelo egoísmo das pessoas, agora estava com luz e calor de perseverança, de que agora estávamos verdadeiramente iluminados. Como Dom Orani sabiamente disse naquele dia: “No campo da fé as sementes foram lançadas, e regadas e sob a luz do sol elas brotam e crescem e darão seus frutos no seu devido tempo.” 

Tivemos a certeza, irmãos, de que aquela missa não foi de encerramento, mas sim de partida para nossas missões, e de anunciar hoje e sempre para vocês, comunidade da paróquia de Ondina, que somos todos nós, eu, os outros 13 jovens que foram para a JMJ, e cada um de vocês: DISCIPULOS MISSIONÁRIOS! Certeza de que cada um carrega sua cruz e de que precisamos levar o evangelho aos pobres, aos doentes, aos necessitados, e a toda juventude. Irmãos, como o Papa falou, o verdadeiro Campo da fé somos nós. Sim, como alguns de vocês podem e já imaginavam, foi a maior experiência da minha vida, ÚNICA, foi a realização de um sonho. E, se for da vontade de Deus, a primeira de muitas. No coração do Redentor, de braços abertos, reafirmei no meu coração: “Eis-me aqui Senhor, Envia-me”. 

Até Cracóvia 2016! 

Rebecca Meireles

Bote fé, bote esperança, bote amor!

Por Élide Daiana - Coordenadora do Grupo Redescoberta/ Salvador

Viver a Jornada Mundial da Juventude foi como um sonho, tipo, como se uma noite eu deitasse e caísse em um sono profundo de vários dias. Nesse sonho eu me reunia com 13 velhos e grandes amigos para encontrar o Mensageiro do Senhor. O engraçado é que nesse sonho o local já havia sido definido, Rio de Janeiro, e a melhor das descobertas era que não estávamos sozinhos, haviam 3 milhões e meio de pessoas que desejavam e gritavam a mesma frase, se conduziam nos mesmos transportes, iam para os mesmos sentidos e posso dizer, se arrepiavam ao mesmo tempo. Que sonho! Tentei por diversas vezes me acordar desse sonho, mas não conseguia, algo era mais forte e me movia a trilhar cada etapa desse realidade. 

Não havia chuva, frio, cansaço, nada que me tirasse desse foco maior. Que a princípio imaginei que era ver o Papa, mas depois descobri algo muito maior, muito além de ver, pois os seus ensinamentos ultrapassavam a sua presença, e se eternizaram em minha realidade. Acordei do sonho ainda no primeiro dia e descobri que o Rio de Janeiro era o Templo de Deus, e que nada era capaz de destruir a alegria, a paz e o amor que pairava em suas ruas. Fui vendo a transformação das pessoas nas ruas de Copacabana, nas estações de metrô e nos ônibus. Não havia agressão, não existia desânimo, era o próprio Jesus refletindo no rosto de cada peregrino, e aquilo me preenchia de tal forma, que desejava essa realidade para minha vida eternamente. Ouvi palavras que não imaginava que tocariam tão profundamente a minha vida, como: Jovens nunca desanimem, não percam a confiança, não deixem que se apague a esperança.

A realidade pode mudar, o homem pode mudar. Procurem ser vocês os primeiros a praticar o bem, a não se acostumarem ao mal, mas a vencê-lo com o bem. A Igreja está ao lado de vocês, trazendo-lhes o bem precioso da fé, de Jesus Cristo, que veio «para que todos tenham vida, e vida em abundância» (Jo 10,10). O nosso Papa Francisco não se anulava de estar próximo, desejava está entre os seus, era capaz através do seu sorriso, seus gestos e palavras tocar profundamente uma multidão, converter e fazer com que todos refletissem suas vidas e pensassem, o que estou fazendo? Qual tem sido a minha obra? O mundo sempre diz que a mudança é utopia, e certamente paro de lutar por aquilo que vive em mim, porque a sociedade definiu que os meus sonhos são irreais. 

A cada palavra do querido Francisco eu sentia o vibrar da sua juventude, a qual faço parte e os seus pedidos eram sempre recheados de simplicidade, pureza e amor, difícil esquecer: Queridos jovens: se queremos que (A Vida) tenha realmente sentido e plenitude, como vocês mesmos desejam e merecem, digo a cada um e a cada uma de vocês: «bote fé» e a vida terá um sabor novo, terá uma bússola que indica a direção; «bote esperança» e todos os seus dias serão iluminados e o seu horizonte já não será escuro, mas luminoso; «bote amor» e a sua existência será como uma casa construída sobre a rocha, o seu caminho será alegre, porque encontrará muitos amigos que caminham com você. «Bote fé», «bote esperança», «bote amor»! Nesse momento peço a vocês que repitam comigo essas palavras, Bote fé, bote esperança, bote amor (Todos)! 

A nossa igreja somos cada um de nós, não existe uma igreja para cada família aqui presente, somos uma só família que habita lares distintos, mas que se rodarmos o mundo veremos que o Templo que habita nossos corações é único, e esse templo é guiado por nosso Pai do Céu, Jesus Cristo. Me recordo que durante a Via Sacra, o Papa Francisco indagou todo o seu povo perguntando se desejávamos ser como Pilatos que não teve a coragem de ir contra a corrente para salvar a vida de Jesus e lavou suas mãos. E depois afirmou que a cruz de Cristo nos ensina a ser como o Cirineu, que ajuda Jesus levar aquele madeiro pesado, como Maria e as outras mulheres, que não tiveram medo de acompanhar Jesus até o final, com amor, com ternura. E você como é? Como Pilatos, como o Cirineu ou como Maria? Como somos? Como queremos ser? O que estamos construindo para a nossa juventude, para as nossas comunidades, para a nossa família una, única e fiel? 

Desejamos viver cercados de medo, envolvidos em nossas redomas e deixar que um dia pensemos na violência, na injustiça social, nas drogas, nas impunidades, quando essas situações baterem a nossa porta? Ou vamos seguir os pedidos de Francisco e mudar a história da nossa sociedade. Francisco não teve medo de estar próximo a multidão e por diversas vezes disse não temer. Por que sou tão medrosa? Por que somos cristãos tão medrosos? Vamos sonhar, construir, realizar! A sociedade que desejamos para os nossos filhos e netos, é e precisa ser melhor. Que tal começarmos a construí-la? Me proponho a isso, e vou tentar, nem que seja só, ou quem sabe com os meus outros 13 amigos. Não vamos nos abater pelo desânimo, pela incredulidade, pelo pessimismo. Nós 14 temos o dever e a responsabilidade de mudar nem que seja 0,000000001% dessa história e a realidade perversa de nossa cidade. 

Não quero mais ficar parada no engarrafamento do meu comodismo, do meu egoísmo. E sei que cada um, da sua forma, também não deseja mais isso. “Jesus, tenho pedras, tenho espinhos, mas tenho esse cantinho de boa terra. Semeie aqui’. E em silêncio, permitem que Jesus plantem sua semente em boa terra. Lembrem-se desse momento. Cada um sabe o nome da semente que foi plantada agora. Deixem que frutifique. Deus vai cuidar dela”, disse Francisco. Desejo que através das minhas palavras, despertem em cada um de vocês o desejo do novo, de mudar as nossas ruas, de que a educação seja para todos, que possamos respeitar uns aos outros, e que o amor seja o poder transformador de cada coração que está aqui hoje nessa igreja Francisco pediu que joguemos sempre na linha de frente, no ataque, que sejamos protagonistas e que não fiquemos pra trás. 

Vamos lutar e buscar construir um mundo de paz, solidariedade e de amor. Para que possamos ser o campo da fé! Os atletas de Cristo! Os construtores de uma Igreja mais bela e de um mundo melhor. Concluo as minhas palavras agradecendo aos meus 13 amigos que estiveram ao meu lado nessa Jornada, juntos podemos nos conhecer mais, aumentar o carinho, respeito e o amor uns pelos outros. Obrigada! Quero lembrar a vocês 13 que nós fomos os escolhidos e que a semente já está plantada e agora o que faremos? Que aquela alegria, aquela multidão e todas as experiências fiquem eternamente em nossas vidas, como disse a Rafaela... amiga agora posso dizer que tenho uma linda história para contar para os meus filhos e netos, e acredito amigos, que já começamos a contar antes mesmo de conceber esses futuros e lindos filhos. E ela disse, ainda teremos muitas outras histórias para contar amiga. E é verdade, pois juntos construiremos muitas e muitas outras. Como disse Francisco: “Levar o Evangelho é levar a força de Deus, para extirpar e destruir o mal e a violência; para devastar e derrubar as barreiras do egoísmo, da intolerância e do ódio; para construir um mundo novo. Jesus Cristo conta com vocês! A Igreja conta com vocês! O Papa conta com vocês! Que Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe, lhes acompanhe sempre com a sua ternura: «Ide e fazei discípulos entre todas as nações». Amém”. 

Hoje sou ainda mais feliz, porque não acordei do sonho, e entendi que tudo é realidade.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Editorial - Mês de Agosto

Caríssimos irmãos e irmãs, Amados paroquianos da família da Ressurreição do Senhor;

 Estamos no mês de agosto, mês agraciado com diversos acontecimentos na vida da nossa Igreja e também em nossas vidas de um modo geral, pois durante este mês nos dedicaremos mais as orações e reflexões sobre o tema das diversas vocações. Por isso, como seguidores de Jesus, devemos refletir mais de perto sobre o tema das vocações, já que é um tempo propício para contemplarmos verdadeiramente o sentido das nossas vocações. 

• No primeiro domingo destacamos a vocação sacerdotal onde se comemora o dia do padre. 
• O segundo domingo a vocação matrimonial com a celebração do dia dos pais. 
• No terceiro domingo celebramos a vocação consagrada dos religiosos e religiosas. 
• No quarto domingo trazemos presente todos os ministérios leigos, a vocação de todos os batizados. 

Deste modo, devemos reconhecer que Vocação é chamado e resposta. Essa escolha pessoal, de amor, é concretizada de uma forma bem objetiva no Sacramento do Batismo. Vocação, portanto, significa que anterior a nós há um chamado, uma escolha pessoal que vem de Jesus Cristo, a quem seguimos com total empenho. 

Por isso, reafirmamos importância de refletir sobre o valor da nossa vocação, descobrindo nosso papel e nosso compromisso com a Igreja e a sociedade. Reflexão que deve nos levar à ação, vivenciando no dia-a-dia o chamado que o Pai nos faz. Que em nossas orações diárias rezemos por todas as vocações, especialmente as vocações religiosas, pois a messe é grande e poucos são os operários. 

Informo a todos que até o dia 16 setembro estarei passando férias na Polônia com os meus familiares e amigos, ao tempo em que aproveito o ensejo para agradecer de modo especial a cada um de vocês que diariamente nos ajudam e colaboram para solidificação da Paróquia da Ressurreição do Senhor. Continuem firmes na fé movidos pelo Dom da sua vocação que vem do chamado de Deus. E que Deus abençoe a todos! 

Com fraterno abraço, Pe. Cristóvão Przychocki CSsR

Arquidiocese oferece programação especial no mês vocacional

Durante todo o mês de agosto, também conhecido como o mês vocacional, a Arquidiocese de Salvador está com uma programação especial. No dia 10, às 9h, acontecerá a Ordenação Sacerdotal dos diáconos Ailan Simões Costa e Lourival Silva da Cruz. A celebração será na Catedral Basílica (Terreiro de Jesus). 

Já no dia 17 acontecerá o curso de formação para agentes da Pastoral Vocacional no Seminário Central São João Maria Vianney (Avenida Cardeal da Silva, 205, Federação), das 14h30 às 17h. A Vigília Vocacional será realizada no dia 25, também no Seminário Central. O encerramento do mês de agosto acontecerá no dia 30, no Centro Vocacional Dom Lucas Moreira Neves – CVDL (Avenida Leovigildo Filgueiras, 270, Garcia), com uma Missa às 18h. Após a Celebração Eucarística haverá exposição de fotos que retratam a história vocacional da Arquidiocese.


Fonte: Pascom Arquidiocesana

Tome Nota - Agosto 2013