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Paróquia Ressurreição do Senhor

sábado, 28 de setembro de 2013

As romarias: a fé expressa no caminhar

“Ouro e prata não tenho”: Ecos de uma peregrinação. 

Pe. Cristóvão Dworak, CSsR kdworak@hotmail.com 

Ainda estamos sob o impacto da recente peregrinação do Papa Francisco e de milhares de jovens ao Brasil, vindos, literalmente, de todos os recantos do mundo. No início desta viagem, ficamos impressionados com as primeiras palavras do Papa Francisco, pronunciadas na cerimônia de boas-vindas: “Não tenho ouro nem prata, mas trago o que de mais precioso me foi dado: Jesus Cristo”. 

Foram muitas expectativas da visita do Papa Francisco ao Brasil. Mas, o que este Papa argentino e latino-americano poderia trazer ao Brasil, que é a quinta economia do mundo e a maior economia da América Latina? O que poderia dizer aos católicos do Brasil que aos poucos vão perdendo o privilégio de ser o maior país católico do mundo? O que poderia dizer aos jovens brasileiros inconformados com a corrupção e com o descaso dos três poderes? O que poderia dizer ao Episcopado Brasileiro, que é um dos maiores do mundo? O que poderia dizer aos favelados da Comunidade de Varginha que representaram os milhões de excluídos? Por fim, o que um papa de mais de setenta anos poderia dizer aos jovens vindos a Aparecida do Norte e ao Rio de Janeiro de todos os recantos do nosso planeta? Não é o nosso objetivo responder estas perguntas aqui, neste espaço. Mas, sugiro que você tente fazer este exercício à luz da Palavra de Deus (At 3, 1,26) e dos pronunciamentos do Papa Francisco na JMJ. 

Termino com um testemunho de uma mãe de Itabuna, cuja filha participou do JMJ. “Minha filha voltou diferente da Jornada. Ela se desfez de muita coisa. Depois de ficar acampada durante uma semana no Rio, ela percebeu que para ser feliz não precisa de tanta coisa”. Por certo, porque “nem o ouro nem a prata” nas suas modernas modalidades são, no fundo, capazes de garantir a verdadeira felicidade. O que dá sentido à vida é a fé em Jesus Cristo. Então, bote fé!

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